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O que são Drogas?

Todas as vezes que qualquer droga for mencionada no decorrer desta matéria, o nome usado será sempre o mais comum, o mais conhecido.
No decorrer da matéria também foram evitadas as discussões de cunho técnico, os aspectos relacionados a química, a análise e a classificação dessas substâncias.
Evidentemente esse tipo de discussão mais técnica não poderia faltar em uma reportagem sobre drogas e uma boa pergunta para começar seria: " O que são drogas? "
Curiosamente, a resposta não é assim tão evidente, óbvia, quanto muitos poderiam pensar.
Se fizessemos uma pesquisa iriamos constatar que as respostas variariam muito.
Haveria quem ficasse em dúvida em classificar os cigarros e as bebidas alcoólicas como drogas.
Muitos lançariam mão do critério legal para chegar a uma conclusão: Aquilo que é proibido por lei é Droga.
No entanto, o fato de uma substância ser legal ou ilegal não está relacionado as suas propriedades químicas, aos maiores ou menores riscos que ela apresente para a saúde.
Como vimos, a legalidade ou ilegalidade é definida pelos grupos sociais, em cada sociedade e em determinados momentos da história.
Como exemplo podemos citar novamente o período da lei seca nos EUA, quando o álcool foi totalmente proibido, ou o Brasil, no começo do século XX, quando a cocaína e maconha eram vendidas livremente nas farmácias. A cocaína era usada pelos dentistas para ser aplicada localmente nos casos de dor de dente e a maconha era indicada como expectorante ou como sedativo.
Um outro critério, muito popular, é achar que o que vem da natureza não faz mal porque é natural e o que é produzido nos laboratórios, através de procesos sintéticos, é Droga.
Também não é esse o caso. O veneno de cobra é natural, vem diretamente da natureza e pode matar, já a vacina que previne a paralisia infantil é feita inteiramente em laboratório, por processo químico.

Aumenta o uso de duas ou mais drogas no Rio

Estudo revela que diminuiu o consumo de maconha entre pacientes atendidos pelo Conselho Estadual Antidrogas.
O número de dependentes de duas ou mais drogas atendidos pelo conselho Estadual Antidrogas( CEAD) aumentou 306,25% no primeiro trimestre de 2001. A maioria, segundo a pesquisa, faz uso da associação de cocaína com álcool. Foi o que revelou um levantamento divulgado pelo presidente do CEAD, Murilo Asfora, conforme noticiou Ricardo Boechat em sua coluna.
O mesmo estudo mostrou que o consumo de maconha diminuiu: No primeiro trimestre de 2000, o CEAD atendeu a 95 dependentes de maconha e, este ano, no mesmo período, a 86. A procura pelo serviço aumentou. A instituição, que é ligada a Secretaria Estadual de Justiça, atendeu nos três primeiros meses deste ano, a 4.338 pessoas contra 3.282 do primeiro trimestre do ano passado, ou seja , 32,18% a mais. Na avaliação de Murilo Asfora, a divulgação do serviço fez aumentar a procura.
O índice de homens que foram pela promeira vez ao CEAD aumentou 6,90% este ano. Em 2000, foram 464 e no primeiro trimestre deste ano, 496. Outra queda registrada, de 56,52%, foi do número de internações. O CEAD tem uma clínica, a única da rede estadual, localizada em Santa Cruz. No período pesquisado ano passado foram 161 e neste ano, 70.
- A redução foi provocada pelo aumento do atendimento ambulatorial e também dos grupos de trabalho. Isso significa uma economia para o Estado , já que cada paciente internado custa R$ 2.400 por mês enquanto, no ambulatório, o custo cai para R$ 9 disse Asfora. A faixa etária dos dependentes também mudou. Enquanto em outubro do ano passado, um levantamento feito pelo CEAD mostrava que o número de dependentes químicos com menos de 18 anos de idade registrava um crescimento de 124,14% a atual pesquisa revelou uma redução de 38,33%. No período estudado durante o ano passado foram 60 e este ano, foram 37.
O estudo do CEAD também mostrou uma queda de 90,14% no número de dependentes de medicamentos. Dos 71 atendidos pelo CEAD em 2000, o número caiu para apenas sete no primeiro trimestre deste ano.
Todos os dados e números apontados na pesquisa servem, segundo o presidente do CEAD, para elaborar todo o planejamento de trabalho dos profissionais:
- Graças a divulgação do trabalho e a qualidade do serviço, aumentamos o número de atendimentos.

Você já parou para pensar?

Drogas, álcool, violência e morte, sempre andaram juntas, uma causa leva a outra. Busque felicidade, amor, paz, você vai ver que é muito melhor. Ajude a acabar com violência nas escolas, nas ruas, em sua casa, ou em qualquer outro lugar.
O uso de qualquer tipo de droga, inclusive o álcool e o tabaco, provocam dependência. As Drogas são um vício que leva você até a morte, como o cigarro, cocaína, maconha, ácidos e bebidas alcólicas.
Diga não as drogas, nós, o Brasil, agradecemos. A droga faz de você um fraco. Drogas tem em todo lugar, seja forte e diga NÃO as Drogas.